Olá Aventureiros!
Fazendo um contraposte que achei bastante iteressante do blog do Havoc (http://lobosdeferro.wordpress.com), venho aqui pronunciar o porque prefiro a Alta Fantasia à Baixa Fantasia. Mas antes, uma definição de ambas, para os leigos:
Fazendo um contraposte que achei bastante iteressante do blog do Havoc (http://lobosdeferro.wordpress.com), venho aqui pronunciar o porque prefiro a Alta Fantasia à Baixa Fantasia. Mas antes, uma definição de ambas, para os leigos:
- Baixa Fantasia: fantasia mais puxada para o realismo medieval (entre os séculos VI a XIII), onde tudo não passavam de lendas ou distorções, a magia era rara ou inexistente, os monstros eram criados ou apenas "lendas não-comprovadas". A religião er
a expressionista e autoritária, e tudo poderia ser resumido em política.
- Alta Fantasia: fantasia puxada para os livros de Tolkien e seus devotos, onde a magia é real, junto com os monstros e raças. Os deuses são mais presentes e dão poderes aos seus seguidores fiéis, e o bem e mal é bem definido.
Gosto muito bem de ambos os estilos, mas a Alta Fantasia me atraí mais. Talvez por ser "um dos seguidores fiéis de Tolkien", mas o clima mágico e inocente me atrai mais do que o da Baixa. Deixo que esse post seja comentado por vocês, cavaleiros, e espero que outros blogs também tenham uma resposta e uma contra-resposta, unindo assim as respostas tanto minha quando a do Havoc. Vamos aos tópicos em resposta:
Sim. Existe um mago em quase toda a esquina... não são tão experientes quanto ícones como Merlin ou Elmister... Mas existe. A magia é mais presente, e a tecnologia é uma incógnita, as vezes até hostilizada. Existe entre os magos uma questão de pesquisa, e alguns até contratam aventureiros para fazer certas missões... Isso em alguns mundos pode significar até algum status, em outros eles seriam caçados com aberrações, e em outros eles são tão unidos que fazem nações em pról da sua "arte".
Como foi dito acima, se existe magos, existe itens mágicos. E para todos os gostos e bolsos. com isso, volta-se a questão da tecnologia, que pode simular algum item mágico (veja a inversão de valores entre eles e compare a nossa realidade). Isso pode ser controlado em alguns mundos, ou até deixado de lado em outros, e até compartilhado em poucos (no Eberron e no World of Warcraft, tecnologia e magia andam juntas).
Em questão de valores, na Baixa e Alta Magia, eles não são tão conflitantes. E certo que em alguns cenários, o Bem é o bem e o Mal é o mal, mas em outros, tudo não passa de ocasião. A mentalidade humana (na Alta Fantasia, humanóide) pode variar vertiginosamente, e então, a questão de um Rei ser bondoso, mas no passado fez planos sórdidos para ascender pode ser bem aplicada, mesmo sendo mais raro em cenários de Alta Fantasia.
Os deuses são participantes do cenário, em menor ou maior grau. Em alguns cenários, eles andam ao lado dos mortais! Isso pode soar absurdo, mas leva o exemplo dos deuses grego-romanos (os deuses só tem poderes divinos, mas mentalidade mortal, e até infantil), tornando-os deuses passivel de falhas - como o que ocorre mais no cenário de Forgotten Realms - e deixa a trama mais imprevisível, e de alguma forma, divertida. Existe sim ainda a religião, mas quem manda mais não são os Altos-sacerdotes, e sim, os deuses que falam com eles.
Como a Alta Fantasia engloba mais magia, divindades, e heroísmo descarado, lógico que existe em cada esquina um perigo, em cada estrada, uma ameaça, e em cada floresta ou caverna, um desafio. Isso pode até se tornar repetitivo, mas cabe aos narradores intensificar os desafios e perigos conforme o nivel do grupo. Dragões podem ser incomuns (Forgotten Realms), comuns (Dragonlance) ou até raros (Darksun e Ravenloft), e sempre tem humanóides querendo cortar gargantas de heróis descuidados. Na Baixa Fantasia, homanóides são apenas humanos deformados, ou simplesmente loucos.
Os cenários de Alta Fantasia prezam mais a honra do que a brutalidade da era medieval. Lógico que pode existir brutalidade, em governantes corruptos e malignos, mas voltamos a colocar o termo Bem e Mal novamente em evidência. Conforme cenários, a brutalidade pode está implícita ou não.
O conhecido e o desconhecido estão na mesma balança em cenários da Alta fantasia, transformando o jogo em um entretenimento para todas as idades. E aí? Tem um dragão atormentando um pequeno vilarejo halfling ao norte. Vamos pegar nossas armas mágicas e arrancar o couro desse dragão?
FenrirX®
Sim. Existe um mago em quase toda a esquina... não são tão experientes quanto ícones como Merlin ou Elmister... Mas existe. A magia é mais presente, e a tecnologia é uma incógnita, as vezes até hostilizada. Existe entre os magos uma questão de pesquisa, e alguns até contratam aventureiros para fazer certas missões... Isso em alguns mundos pode significar até algum status, em outros eles seriam caçados com aberrações, e em outros eles são tão unidos que fazem nações em pról da sua "arte".
Como foi dito acima, se existe magos, existe itens mágicos. E para todos os gostos e bolsos. com isso, volta-se a questão da tecnologia, que pode simular algum item mágico (veja a inversão de valores entre eles e compare a nossa realidade). Isso pode ser controlado em alguns mundos, ou até deixado de lado em outros, e até compartilhado em poucos (no Eberron e no World of Warcraft, tecnologia e magia andam juntas).
Em questão de valores, na Baixa e Alta Magia, eles não são tão conflitantes. E certo que em alguns cenários, o Bem é o bem e o Mal é o mal, mas em outros, tudo não passa de ocasião. A mentalidade humana (na Alta Fantasia, humanóide) pode variar vertiginosamente, e então, a questão de um Rei ser bondoso, mas no passado fez planos sórdidos para ascender pode ser bem aplicada, mesmo sendo mais raro em cenários de Alta Fantasia.
Os deuses são participantes do cenário, em menor ou maior grau. Em alguns cenários, eles andam ao lado dos mortais! Isso pode soar absurdo, mas leva o exemplo dos deuses grego-romanos (os deuses só tem poderes divinos, mas mentalidade mortal, e até infantil), tornando-os deuses passivel de falhas - como o que ocorre mais no cenário de Forgotten Realms - e deixa a trama mais imprevisível, e de alguma forma, divertida. Existe sim ainda a religião, mas quem manda mais não são os Altos-sacerdotes, e sim, os deuses que falam com eles.
Como a Alta Fantasia engloba mais magia, divindades, e heroísmo descarado, lógico que existe em cada esquina um perigo, em cada estrada, uma ameaça, e em cada floresta ou caverna, um desafio. Isso pode até se tornar repetitivo, mas cabe aos narradores intensificar os desafios e perigos conforme o nivel do grupo. Dragões podem ser incomuns (Forgotten Realms), comuns (Dragonlance) ou até raros (Darksun e Ravenloft), e sempre tem humanóides querendo cortar gargantas de heróis descuidados. Na Baixa Fantasia, homanóides são apenas humanos deformados, ou simplesmente loucos.
Os cenários de Alta Fantasia prezam mais a honra do que a brutalidade da era medieval. Lógico que pode existir brutalidade, em governantes corruptos e malignos, mas voltamos a colocar o termo Bem e Mal novamente em evidência. Conforme cenários, a brutalidade pode está implícita ou não.
O conhecido e o desconhecido estão na mesma balança em cenários da Alta fantasia, transformando o jogo em um entretenimento para todas as idades. E aí? Tem um dragão atormentando um pequeno vilarejo halfling ao norte. Vamos pegar nossas armas mágicas e arrancar o couro desse dragão?
FenrirX®




































